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Oncology AblationSeptember 15, 2015INVAMED Medical Affairs

Orientação por Imagem na Ablação: TC e Ecografia

A orientação por imagem na ablação recorre a TC e ecografia para posicionar sondas com precisão. Saiba como cada modalidade apoia a ablação de tumores.

A orientação por imagem na ablação é fundamental para a colocação segura e precisa da sonda ou antena. Sem visualização em tempo real, um operador não consegue confirmar que um elétrodo está posicionado dentro da lesão-alvo, nem avaliar a sua relação com estruturas críticas próximas ao longo do procedimento. Este artigo analisa as duas modalidades de imagem mais frequentemente descritas para guiar os procedimentos de ablação — TC e ecografia — e as considerações gerais que orientam a escolha da modalidade.

Por Que Motivo a Orientação por Imagem É Central nos Procedimentos de Ablação?

Uma vez que a ablação envolve a administração de energia a um volume tecidual precisamente definido, a colocação exata do aplicador é essencial para tratar o alvo pretendido, ajudando ao mesmo tempo o operador a manter-se ciente da proximidade a estruturas que devem ser evitadas, como vasos principais, ductos biliares, vias respiratórias ou nervos. A imagem é utilizada em várias fases: planeamento pré-procedimento, orientação intraprocedimental e avaliação pós-procedimento.

Como É Utilizada a Orientação por TC na Ablação?

A orientação por TC proporciona imagem transversal com resolução anatómica detalhada, particularmente útil para lesões em órgãos onde a visualização por ecografia pode ser limitada, como o pulmão (devido ao conteúdo de ar) ou o osso. A orientação por TC é também frequentemente descrita para lesões profundas ou obscurecidas por gás intestinal sobreposto ou costelas.

Durante um procedimento guiado por TC, o operador adquire tipicamente imagens intermitentes para confirmar a trajetória e a posição final do elétrodo ou da antena em relação ao alvo. Alguns centros utilizam TC de fluoroscopia, que proporciona um feedback de imagem mais contínuo durante o avanço da agulha, sujeito a considerações de dose de radiação.

Como É Utilizada a Orientação por Ecografia na Ablação?

A orientação por ecografia oferece visualização contínua em tempo real, sem radiação ionizante, tornando-a uma modalidade frequentemente descrita para lesões em órgãos como o fígado, o rim e a tiroide, onde o alvo e as estruturas circundantes são bem visualizados por via sonográfica. A ecografia permite ao operador acompanhar continuamente o elétrodo ou a antena à medida que é avançado, e observar alterações na ecogenicidade do tecido durante a administração de energia, o que pode fornecer algum feedback intraprocedimental sobre a progressão do tratamento.

Que Fatores Influenciam a Escolha Entre Orientação por TC e Ecografia?

A seleção entre orientação por TC e por ecografia — ou uma combinação de ambas — depende de vários fatores:

  • Localização do órgão e da lesão, uma vez que alguns tecidos (como o pulmão ou o osso) são melhor visualizados por TC, enquanto outros (como o fígado, o rim ou a tiroide) são frequentemente bem visualizados por ecografia
  • Visibilidade da lesão, ou seja, a clareza com que o alvo pode ser distinguido do tecido circundante numa determinada modalidade
  • Necessidade de feedback contínuo em tempo real durante o avanço do elétrodo, o que a ecografia geralmente proporciona com maior facilidade
  • Considerações relativas à exposição à radiação, particularmente relevantes nas abordagens guiadas por TC
  • Formação do operador e disponibilidade de equipamento institucional

Alguns procedimentos utilizam uma abordagem de fusão ou combinada, incorporando ambas as modalidades ou dados de RM pré-procedimento registados com a imagem intraprocedimental, consoante a capacidade institucional.

Perguntas frequentes

Existe uma modalidade de imagem universalmente preferida para a ablação?

Não. A escolha da modalidade depende do órgão, das características da lesão e da prática institucional. Tanto a orientação por TC como por ecografia estão bem estabelecidas na literatura de oncologia de intervenção, cada uma com vantagens situacionais.

A orientação por ecografia elimina completamente a necessidade de imagem por TC?

Não necessariamente. Muitos protocolos utilizam TC ou RM para o planeamento pré-procedimento e a caracterização da lesão, mesmo quando a ecografia é utilizada para a orientação intraprocedimental em tempo real.

A orientação por imagem consegue detetar complicações durante o procedimento?

A imagem pode ajudar os operadores a identificar determinados achados intraprocedimentais, mas a avaliação abrangente de complicações envolve tipicamente também monitorização clínica e, quando indicado, imagem adicional pós-procedimento, conforme determinado pelo médico assistente.

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Aviso médico: Este artigo é fornecido apenas para fins informativos e educacionais gerais e não constitui aconselhamento médico, diagnóstico ou recomendação de tratamento. Não substitui a consulta a um profissional de saúde qualificado. As indicações, a disponibilidade e o estatuto regulamentar dos produtos variam consoante o país. Consulte sempre as Instruções de Utilização (IFU) oficiais e um médico habilitado para orientações específicas para a sua situação. Os dispositivos INVAMED destinam-se a ser utilizados por profissionais de saúde treinados.

Revisto por: INVAMED Medical Affairs

Este conteúdo destina-se à formação de profissionais de saúde e não constitui aconselhamento médico. Consulte sempre as diretrizes clínicas e as instruções de utilização do produto.

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