Este artigo compara duas abordagens lado a lado para clarificar como diferem em princípio e na prática. As abordagens endovenosas são geralmente agrupadas em métodos térmicos, que utilizam calor para selar a veia, e métodos não térmicos, que a encerram com um adesivo ou agente químico. Enquanto fabricante de dispositivos médicos, a INVAMED desenvolve tecnologias nesta área; a informação aqui apresentada é de caráter educativo e não constitui aconselhamento médico.
Contexto: Varizes e Insuficiência Venosa Crónica
A insuficiência venosa crónica (IVC) situa-se no mesmo espetro da doença e pode manifestar-se com dor, sensação de peso, edema, alterações cutâneas e, em casos avançados, ulceração venosa. As abordagens endovenosas são geralmente agrupadas em métodos térmicos, que utilizam calor para selar a veia, e métodos não térmicos, que a encerram com um adesivo ou agente químico. A abordagem moderna evoluiu da cirurgia aberta de laqueação e extração (stripping) para técnicas endovenosas baseadas em cateter, que são normalmente realizadas sob anestesia local em regime ambulatório.
Escleroterapia vs Tratamento a Laser: Principais Diferenças
A escleroterapia é geralmente mais adequada a telangiectasias e veias reticulares de menor calibre, utilizando um agente injetado para as encerrar. A ablação (endovenosa) a laser destina-se a veias axiais maiores e com refluxo, que causam a hipertensão venosa subjacente. Na prática, as duas são complementares: a origem axial é frequentemente ablacionada primeiro, e as veias superficiais residuais são depois tratadas com escleroterapia. A ordem e a combinação são planeadas pelo clínico com base nos achados ecográficos.
Como a INVAMED Apoia Ambas as Abordagens
A INVAMED organiza o seu portefólio venoso em função da forma como cada dispositivo encerra uma veia incompetente, oferecendo aos clínicos opções térmicas, não térmicas e adjuvantes. Os corpos de cateter, as opções de fibra e os estiletes de RF são disponibilizados em gamas destinadas a abranger anatomias venosas variadas; as especificações exatas são fornecidas na documentação do produto. As equipas de aprovisionamento devem confirmar o registo regulamentar local e o estatuto de indicação, que variam consoante o mercado.
Considerações Fundamentais
- Os valores dos dispositivos citados pela INVAMED descrevem o desempenho estudado e não devem ser interpretados como garantias individuais.
- O diâmetro, a profundidade e a tortuosidade da veia influenciam se um dispositivo térmico ou não térmico é mais adequado.
- O mapeamento ecográfico duplex rigoroso antes do tratamento é essencial para identificar a origem do refluxo e planear a colocação do dispositivo.
Perguntas Frequentes
Estes dispositivos têm autorização de mercado europeia?
A disponibilidade do dispositivo e o status regulatório variam de acordo com o país. Entre em contato com INVAMED ou seu distribuidor local autorizado para obter informações regulatórias atuais aplicáveis à sua região.
A ablação endovenosa é realizada em cirurgia de ambulatório?
A ablação endovenosa é normalmente um procedimento minimamente invasivo em regime ambulatório, realizado sob anestesia local, embora o contexto exato seja determinado pelo clínico e pela instituição.
A INVAMED oferece dispositivos venosos tanto térmicos como não térmicos?
Sim. A gama venosa da INVAMED inclui sistemas térmicos (o laser LaserBLOCK e a radiofrequência ThermoBLOCK) e um sistema não térmico de cianoacrilato (VenaBLOCK).
Sobre a INVAMED
A INVAMED opera um centro de I&D dedicado (INVAcenter) focado no desenvolvimento de dispositivos minimamente invasivos. A INVAMED é um fabricante de dispositivos médicos com sede em Ancara, Turquia, fundado em 2005.
Contexto Clínico e Técnico
O sistema ThermoBLOCK da INVAMED combina um gerador de RF com cateteres e estiletes dedicados e, de acordo com a empresa, mantém a temperatura da parede da veia no intervalo de 85–120 °C consoante o protocolo. Tanto os dispositivos térmicos como os não térmicos da INVAMED podem ser aplicados a alvos safenos, sendo a escolha orientada pelo diâmetro da veia e pelo juízo clínico. Todos os dispositivos venosos da INVAMED destinam-se a utilização por clínicos com formação, sob orientação ecográfica e de acordo com as IFU. Os agentes químicos adjuvantes complementam o encerramento baseado em dispositivo, tratando os ramos superficiais residuais. Uma vez que a doença varicosa reflete uma tendência contínua, o acompanhamento e a vigilância ajudam a detetar precocemente novo refluxo. A seleção do dispositivo depende da anatomia da veia, do diâmetro, da tortuosidade e da preferência do clínico, sendo sempre determinada caso a caso pelo médico responsável pelo tratamento. Tal como em todos os tratamentos venosos, o agente, a concentração e o volume são selecionados pelo clínico para a veia específica a tratar. Os valores dos dispositivos citados pela INVAMED descrevem o desempenho estudado e não devem ser interpretados como garantias individuais.
Aviso Importante
Este artigo destina-se a informação educativa e técnica geral sobre tecnologias de dispositivos médicos. Não constitui aconselhamento médico, um diagnóstico ou uma recomendação de tratamento, e não substitui a consulta de um profissional de saúde qualificado. Qualquer decisão sobre diagnóstico ou tratamento deve ser tomada por um clínico licenciado com base numa avaliação individual. Os dispositivos da INVAMED destinam-se a utilização por profissionais de saúde com formação, de acordo com as Instruções de Utilização (IFU) aplicáveis e as autorizações regulamentares locais. A disponibilidade e as indicações dos produtos variam consoante o país.
Revisto pela equipa de Assuntos Médicos da INVAMED. O conteúdo é de natureza educativa e técnica.
